Ao deixar o sistema de acolhimento, os jovens devem se sentir capacitados e capazes de sustentar sua independência e ser cidadãos ativos na sociedade. No entanto, a realidade pinta um quadro diferente. Enquanto muitos levam uma vida bem-sucedida e gratificante, alguns lutam por um emprego digno.
Estudos indicam que jovens que perderam os cuidados parentais ou que correm o risco de os perder enfrentam muitas vezes situações de emprego precário. Isso devido à uma educação deficiente, falta de redes de apoio social, falta de orientação profissional e um fraco desenvolvimento de habilidade verificados nesses jovens.
Dados de 2020, do PDB2 (Programme Database) da organização, indicam que do total de 203 jovens que deixaram os programas das Aldeias Infantis SOS Cabo Verde, 102 estavam empregados, 59 em processo formativo (ensino formal ou formação profissional) e 42 desempregados (dos quais 29 encontravam-se à procura de emprego).
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